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UFOP em destaque no III Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa

De 07 a 11 de Julho de 2015 diversos países e comunidades de Língua Portuguesa estiveram reunidos em Torreira-Murtosa, Portugal, para a realização do III Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa.

Dentro das mais diversas discussões referentes a Educação Ambiental foi fomentado o amplo debate no fórum promovido pela Rede Lusófona sobre o tema “Educação ambiental e participação social: travessias e encontros para os bens comuns”.

Dentro dessa perspectiva a equipe da UFOP participa de forma efetiva, ao compor a comissão cientifica através da Profª Dulce Maria Pereira, assim como no desenvolvimento de simpósio, atividades orais, rede de diálogos, banner, participação como proponentes e facilitadores em mesas redondas, além de integrar a equipe de relatoria do Congresso.

Os trabalhos apresentados são resultado de diversas ações e parcerias realizados através do Processo Formativo em Escolas Sustentáveis e COM-VIDA CEAD-UFOP. A equipe liderada pela Porfa. Dulce Pereira foi integrada pelo Professor Gilberto Fernandes (DECIV), Dra. Teresa Vilella da AGU e colaboradora do curso, Jacqueline Guerreiro , professora do processo formativo, Jéssica Santos, tutora e Rodrigo Farias, aluno. Entre as instituições apoiadoras estão a ONU Mulheres, a Fundação Gorceix e a FEOP.

Na abertura do evento a professora Dulce Maria Pereira compôs a mesa oficial, representando o Brasil, e ressaltou em sua fala os desafios e avanços vivenciados e construídos através da educação ambiental brasileira e do contexto Latinoamericano. Foi, ainda a responsável pela apresentação do relatório final do III Congresso Internacional de Educação ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa.

Segundo o professor Gilberto Fernandes, que atua diretamente no ensino de referências de sustentabilidade para as construções e reformas da escolas, no curso que se dedica à formação continuada de professores, “...um ponto alto do Congresso foi a discussão com participantes da África, da Galícia e de Portugal sobre as mudanças necessárias na formação acadêmica, e precisamente na engenharia e na arquitetura. As premissas da sustentabilidade aplicadas na organização do espaço, para que as escolas e as cidades sejam realmente sustentáveis, exigem a formação de profissionais com percepção do todo e prontos a aplicar e desenvolver tecnologias de baixo impacto ambiental. Demanda que considerem a diversidade humana e cultural local, os conflitos, interesses e os potenciais das localidades. Para se formar este ou esta profissional, o ensino superior precisa romper com sua própria história cartesiana e incorporar a ética da responsabilidade com visão holística.”